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Notícias

  • Manifesto "Corte até 225€ em despesa escolar no IRS"

    A iniciativa partiu da DECO, que no passado dia 23 de agosto, lançou um manifesto a exigir ao governo que todas as despesas escolares (incluindo por exemplo cadernos e transportes) sejam descontadas no IRS.

     

    Recorde-se que desde 2015, só podem ser deduzidas em sede de IRS, as despesas de educação isentas de IVA ou sujeitas à taxa mais baixa (6%), tais como propinas, gastos com manuais escolares, mensalidades de creches, jardins de infância e escolas, etc.

     

    Têm ficado de fora os gastos em que se aplica a taxa de IVA a 23%: cadernos, lápis, canetas, borrachas e todo o restante material utilizado na atividade escolar, além das restantes despesas relacionadas com o transporte, alimentação e alojamento dos estudantes.


    Segundo as contas da Deco, com a atual situação, serão cerca de 180 milhões de euros que o Estado não devolve todos os anos aos contribuintes portugueses.

    "Considerando que Portugal tem, no total e em todos os níveis de ensino (dados de 2014), 2 081 827 alunos, e especulando de forma conservadora, que a despesa média anual de educação por dependente (ou do próprio contribuinte) ronda os 300 euros, estamo-nos a referir a deduções médias que se situam nos 90 euros (225 euros se considerarmos a aquisição de computadores). Deste modo, é fácil concluir que o Estado está a reter nos seus cofres cerca de 180 milhões de euros que deveriam pertencer aos contribuintes", refere o comunicado.

     

    O manifesto será entregue ao Parlamento e todos podem participar nesta iniciativa através do site www.cortenadespesaescolar.pt, sendo que quem assinar o texto recebe um cupão de desconto para poder usar em compras de material escolar numa cadeia de lojas a nível nacional.

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  • 2º Encontro para Mães CUF

    A Dra. Florbela Oliveira, estará no próximo dia 29 de Novembro no 2º ENCONTRO PARA MÃES CUF. Irá falar-nos sobre “Ter filhos em dias de crise”. A actual crise, com desemprego elevado, pode interferir na decisão de ter filhos e provocar um adiamento do projecto do casal, que continua a dar importância à situação laboral e à existência de serviços de apoio.  As famílias estão cada vez mais preocupadas com a questão financeira, mas também com a forma como organizam o tempo.
    A maternidade nunca foi considerada a coisa mais fácil do mundo, mas ser mãe nos dias de hoje é um desafio como nenhuma geração anterior de mães passou, de forma geral. Qual é o papel da mãe em pleno século XXI? Veja estas e muitas outras questões serem abordadas. Contamos consigo no hospital CUF Porto, pelas 15h00. Não falte!

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  • Passos diz que reembolso antecipado de parte do empréstimo do FMI é "bom princípio"

    O primeiro-ministro diz que o reembolso antecipado de parte do empréstimo do FMI é um "bom princípio" para Portugal. Em Atenas, a convite do homólogo grego, Passos Coelho adiantou que Portugal vai apoiar a intenção da Irlanda de pagar antecipadamente, por se tratar de uma proposta "racional". O chefe de Governo diz que pode ser uma solução vantajosa também para Portugal, quando o país conseguir melhores perspetivas nas taxas de juro. Numa conferência de imprensa conjunta, com o primeiro-ministro Antonis Samaras, Passos Coelho mostrou-se ainda confiante de que a Grécia vai concluir com sucesso o programa de assistência financeira e sublinhou que a saída da troika faz toda a diferença.

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  • Crise com a Rússia aumentou importância da REN

    A crise entre a Europa e a Rússia "fez aumentar a importância geopolítica da REN", como "companhia estratégica" no aprovisionamento de gás natural, comentou ao Expresso o recém-eleito presidente da Redes Energéticas Nacionais (REN), Rui Vilar, à saída da Assembleia Geral da empresa, realizada quinta-feira nas instalações de Sacavém e que contou com a representação de 82% do capital da REN.


    Fonte: Expresso
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  • Estado consegue captar 856 milhões dos particulares

    O Estado conseguiu captar até novembro mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, especialmente depois de lançar os novos certificados do tesouro, que atraíram 425 milhões de euros em apenas um mês.
    De acordo com o boletim mensal do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, o Estado conseguiu atrair nos primeiros onze meses do ano mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, em termos líquidos (entre emissões e amortizações) face ao final do ano passado.
    Destes, 431 milhões de euros foram através da captação de certificados de aforro, que desde a melhoria nas suas condições têm vindo gradualmente a conseguir captar mais poupanças, depois de um largo período de queda.
    A novidade acaba mesmo por ser o valor conseguido com certificados do tesouro. Este instrumento tem estado vedado desde agosto de 2012 a novas subscrições, sendo que tinham sido criados em 2012.
    No entanto, o IGCP decidiu lançar uma nova versão chamada certificados do tesouro poupança mais e o valor disparou.
    No final de 2012, o valor subscrito em certificados do tesouro estava nos 1.416 milhões de euros e no final de outubro estava um milhão de euros abaixo, nos 1.415 milhões de euros, mas em novembro, com a entrada em vigor deste novo instrumento, o número disparou para os 1.841 milhões de euros.
    No final são mais 425 milhões de euros, em termos líquidos, que o IGCP consegue captar das poupanças dos particulares com certificados de aforro em apenas um mês, quase o mesmo resultado que obteve em 11 meses com os certificados de aforro.

    Fonte: Notícias ao Minuto

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  • Portugueses pouparam 38 milhões em descontos na Internet

    Os portugueses pouparam 38 milhões de euros em sítios de descontos na Internet entre janeiro e novembro, de acordo com um estudo do Forretas.com, disse hoje à Lusa um dos responsáveis do portal, Gonçalo Poças.
    Criado em abril de 2011, o portal Forretas.com reúne numa só plataforma sítios de descontos em produtos, serviços, turismo, entre outros, e que permite comparar os preços dos mesmos.
    "Fomos o primeiro agregador de serviços e somos líderes nesta área", disse Gonçalo Poças, um dos sócios fundadores da empresa.
    Como agregadores de vários serviços, o Forretas.com consegue monitorizar vários dados do setor, sendo que a última informação recolhida aponta para que os portugueses tenham conseguido poupar 38 milhões de euros, "face ao preço que seria sem desconto", nos 11 primeiros meses do ano.
    "Os portugueses estão mais sensíveis na utilização das plataformas 'online' para as suas compras, utilizam, ainda mais nesta altura do ano, as oportunidades de desconto", nomeadamente tendo em conta a crise que o país atravessa, adiantou.
    Entre janeiro e novembro, foram vendidos "cerca de 700 mil cupões", o que representa um "crescimento de 25%", face ao ano anterior.
    "É um mercado que está de certa forma a solidificar", sublinhou.
    De acordo com os dados recolhidos, 74% das compras foram realizadas por mulheres, na sua maioria na faixa etária entre os 25 e 44 anos (62%).
    Por zonas geográficas, o estudo aponta que metade das compras com descontos foram efetuadas na zona da Grande Lisboa, 21% na área do Grande Porto e 7% na região de Setúbal.
    Em comparação com o ano passado, a categoria que mais cresceu foi a do turismo, que inclui escapadas, hotelaria, férias, representando 33% do total das vendas.
    A área dos produtos, que inclui a tecnologia e pequenos eletrodomésticos, foi a segunda mais vendida, com um peso de 25%.
    "Face a 2012, este mercado cresceu cerca de 25%", sendo que em relação a 2011 "o aumento foi de 300%".
    "Em contraciclo económico, este crescimento é muito agradável", salientou.
    "Acreditamos que o total de poupança este ano deverá atingir os 45 milhões de euros, sendo que o mercado deverá faturar entre 26 e 27 milhões de euros", disse.
    Em 2012, este mercado tinha faturado 24 milhões de euros.
    Questionado sobre as razões para o aumento do consumo de cupões de descontos na Internet, Gonçalo Poças disse: "Acredito que há um binómio: o facto destas plataformas terem possibilitado a muita gente a consumir 'online' e o facto também da crise".
    Isto é, "acreditamos que o grande motor destas plataformas é a crise, do ponto de vista do utilizador final permite continuar a consumir com um grande nível de poupança, sendo que este ano o desconto médio é de 62,6%", argumentou.

    Fonte: Notícias ao Minuto

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