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2013-12-13
Os portugueses pouparam 38 milhões de euros em sítios de descontos na Internet entre janeiro e novembro, de acordo com um estudo do Forretas.com, disse hoje à Lusa um dos responsáveis do portal, Gonçalo Poças.
Criado em abril de 2011, o portal Forretas.com reúne numa só plataforma sítios de descontos em produtos, serviços, turismo, entre outros, e que permite comparar os preços dos mesmos.
"Fomos o primeiro agregador de serviços e somos líderes nesta área", disse Gonçalo Poças, um dos sócios fundadores da empresa.
Como agregadores de vários serviços, o Forretas.com consegue monitorizar vários dados do setor, sendo que a última informação recolhida aponta para que os portugueses tenham conseguido poupar 38 milhões de euros, "face ao preço que seria sem desconto", nos 11 primeiros meses do ano.
"Os portugueses estão mais sensíveis na utilização das plataformas 'online' para as suas compras, utilizam, ainda mais nesta altura do ano, as oportunidades de desconto", nomeadamente tendo em conta a crise que o país atravessa, adiantou.
Entre janeiro e novembro, foram vendidos "cerca de 700 mil cupões", o que representa um "crescimento de 25%", face ao ano anterior.
"É um mercado que está de certa forma a solidificar", sublinhou.
De acordo com os dados recolhidos, 74% das compras foram realizadas por mulheres, na sua maioria na faixa etária entre os 25 e 44 anos (62%).
Por zonas geográficas, o estudo aponta que metade das compras com descontos foram efetuadas na zona da Grande Lisboa, 21% na área do Grande Porto e 7% na região de Setúbal.
Em comparação com o ano passado, a categoria que mais cresceu foi a do turismo, que inclui escapadas, hotelaria, férias, representando 33% do total das vendas.
A área dos produtos, que inclui a tecnologia e pequenos eletrodomésticos, foi a segunda mais vendida, com um peso de 25%.
"Face a 2012, este mercado cresceu cerca de 25%", sendo que em relação a 2011 "o aumento foi de 300%".
"Em contraciclo económico, este crescimento é muito agradável", salientou.
"Acreditamos que o total de poupança este ano deverá atingir os 45 milhões de euros, sendo que o mercado deverá faturar entre 26 e 27 milhões de euros", disse.
Em 2012, este mercado tinha faturado 24 milhões de euros.
Questionado sobre as razões para o aumento do consumo de cupões de descontos na Internet, Gonçalo Poças disse: "Acredito que há um binómio: o facto destas plataformas terem possibilitado a muita gente a consumir 'online' e o facto também da crise".
Isto é, "acreditamos que o grande motor destas plataformas é a crise, do ponto de vista do utilizador final permite continuar a consumir com um grande nível de poupança, sendo que este ano o desconto médio é de 62,6%", argumentou.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Com boas ideias! Os manuais escolares para o 1.º ano de escolaridade são agora oferecidos, tanto aos alunos que frequentam o ensino público como aos que estudam em colégios privados. Ficam de fora os livros de fichas e os manuais dos restantes ciclos, sendo que é no 7.º ano que a fatura pesa mais (258,10 euros).
Estima-se que as famílias gastam todos os anos, em média, 216€ por aluno em manuais escolares do 5º ao 12º ano, enquanto que no ensino primário gastam uma média de 42€.
Boas ideias para poupar precisam-se. E existem: A Book in Loop é um exemplo. Trata-se de um projeto português da Universidade de Coimbra, criado por três estudantes e ajuda a reduzir o preço dos manuais para as famílias de 216€ para cerca de 43€.
O processo é simples: quem tiver manuais usados em boas condições acede a bookinloop.com ou novoanoescolar.pt e fica a saber onde se situam os pontos de recolha em que pode entregar gratuitamente os livros. A Book in Loop pode também recolher ao domicílio.
Os manuais entregues passam depois por um controlo de qualidade desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro a fim de garantir as condições de utilização. E os livros são então colocados à venda no website. Nesta altura, as famílias acedem novamente à plataforma, identificam o estabelecimento de ensino e o ano escolar do(s) filho(s) e encomendam os livros.
É uma das questões que me perguntam com frequência. Saldos, contas, juros, poupanças, aplicações financeiras - o Estado vai passar a ter acesso a todas estas informações. Até dia 31 de Julho de 2017, todas as entidades financeiras (bancos, seguradoras, fundos de investimento, etc) são obrigadas a entregar ao Fisco a sua lista de clientes residentes e não-residentes (estrangeiros com contas cá, por exemplo) e os respetivos dados.
Como se processa depois? O Estado ficará com a informação financeira dos cidadãos residentes e exportará os dados relativos aos não-residentes para os países onde estes vivem. Da mesma forma, o Estado português irá receber a informação dos cidadãos que vivem em Portugal e que têm contas ou poupanças lá fora.
A medida destinada ao combate à evasão fiscal foi aprovada em Abril, em Decreto-Lei, e conta com a adesão de cerca de 100 países. Terá portanto uma grande abrangência.
A iniciativa partiu da DECO, que no passado dia 23 de agosto, lançou um manifesto a exigir ao governo que todas as despesas escolares (incluindo por exemplo cadernos e transportes) sejam descontadas no IRS.
Recorde-se que desde 2015, só podem ser deduzidas em sede de IRS, as despesas de educação isentas de IVA ou sujeitas à taxa mais baixa (6%), tais como propinas, gastos com manuais escolares, mensalidades de creches, jardins de infância e escolas, etc.
Têm ficado de fora os gastos em que se aplica a taxa de IVA a 23%: cadernos, lápis, canetas, borrachas e todo o restante material utilizado na atividade escolar, além das restantes despesas relacionadas com o transporte, alimentação e alojamento dos estudantes.
Segundo as contas da Deco, com a atual situação, serão cerca de 180 milhões de euros que o Estado não devolve todos os anos aos contribuintes portugueses.
"Considerando que Portugal tem, no total e em todos os níveis de ensino (dados de 2014), 2 081 827 alunos, e especulando de forma conservadora, que a despesa média anual de educação por dependente (ou do próprio contribuinte) ronda os 300 euros, estamo-nos a referir a deduções médias que se situam nos 90 euros (225 euros se considerarmos a aquisição de computadores). Deste modo, é fácil concluir que o Estado está a reter nos seus cofres cerca de 180 milhões de euros que deveriam pertencer aos contribuintes", refere o comunicado.
O manifesto será entregue ao Parlamento e todos podem participar nesta iniciativa através do site www.cortenadespesaescolar.pt, sendo que quem assinar o texto recebe um cupão de desconto para poder usar em compras de material escolar numa cadeia de lojas a nível nacional.
A Dra. Florbela Oliveira, estará no próximo dia 29 de Novembro no 2º ENCONTRO PARA MÃES CUF. Irá falar-nos sobre “Ter filhos em dias de crise”. A actual crise, com desemprego elevado, pode interferir na decisão de ter filhos e provocar um adiamento do projecto do casal, que continua a dar importância à situação laboral e à existência de serviços de apoio. As famílias estão cada vez mais preocupadas com a questão financeira, mas também com a forma como organizam o tempo.
A maternidade nunca foi considerada a coisa mais fácil do mundo, mas ser mãe nos dias de hoje é um desafio como nenhuma geração anterior de mães passou, de forma geral. Qual é o papel da mãe em pleno século XXI? Veja estas e muitas outras questões serem abordadas. Contamos consigo no hospital CUF Porto, pelas 15h00. Não falte!
O primeiro-ministro diz que o reembolso antecipado de parte do empréstimo do FMI é um "bom princípio" para Portugal. Em Atenas, a convite do homólogo grego, Passos Coelho adiantou que Portugal vai apoiar a intenção da Irlanda de pagar antecipadamente, por se tratar de uma proposta "racional". O chefe de Governo diz que pode ser uma solução vantajosa também para Portugal, quando o país conseguir melhores perspetivas nas taxas de juro. Numa conferência de imprensa conjunta, com o primeiro-ministro Antonis Samaras, Passos Coelho mostrou-se ainda confiante de que a Grécia vai concluir com sucesso o programa de assistência financeira e sublinhou que a saída da troika faz toda a diferença.
A crise entre a Europa e a Rússia "fez aumentar a importância geopolítica da REN", como "companhia estratégica" no aprovisionamento de gás natural, comentou ao Expresso o recém-eleito presidente da Redes Energéticas Nacionais (REN), Rui Vilar, à saída da Assembleia Geral da empresa, realizada quinta-feira nas instalações de Sacavém e que contou com a representação de 82% do capital da REN.