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Bancos oferecem crédito para arrendar casa

2013-08-13

Bancos oferecem crédito para arrendar casa

Depois de travar o financiamento para a compra de casa, a banca vira-se agora para o mercado do arrendamento, propondo-se financiar esta opção, com juros que chegam a passar os 14 por cento. A DECO alerta para o perigo de endividamento.

Segundo a edição desta terça-feira do Jornal de Negócios, os bancos estão a lançar créditos para fazer face às despesas iniciais dos contratos de arrendamento (como o pagamento da caução, que corresponde a, pelo menos, um mês de renda) e mesmo ao pagamento das rendas mensais e mobiliário ou eletrodomésticos. Os juros, esses, chegam a ultrapassar os 14%, ou seja, são muito superiores aos praticamentos nos créditos à habitação.

O Activo Bank foi o primeiro a lançar uma oferta deste género, há cinco meses, mas o Banco Popular tem também um plano semelhante. O Jornal de Negócios pediu uma simulação ao Activo Bank para um crédito de 2.500 euros. Ao fim de três anos, prazo do empréstimo, o custo total passava os 3.145 euros.

A DECO alerta que estes produtos são um incentivo ao endividamento, lembrando que se as pessoas "não têm capacidade para fazer face ao pagamento de rendas, como terão depois capacidade para pagar o valor da renda e ainda o empréstimo?"


Fonte: Visão Online

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Diagnóstico Financeiro

As Famílias encontram junto dos profissionais da PLANOVIÁVEL uma análise rigorosa do seu perfil financeiro e nível de endividamento.

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Financeira e Social

Reeducação Financeira com vista a uma gestão responsável do orçamento familiar, créditos , prazos e plano de pagamentos.

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Apoio Psico-Social

Consultas gratuitas de apoio psicológico e social aos endividados. Ajudamo-lo a superar as fragilidades emocionais advindas destas situação de pressão.

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Queridas Manhãs

A Dra. Florbela Oliveira ajuda as famílias a negociar os créditos e a sair da crise no programa "Queridas Manhãs", na SIC.

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Notícias

  • Como poupar nos manuais escolares?

    Com boas ideias! Os manuais escolares para o 1.º ano de escolaridade são agora oferecidos, tanto aos alunos que frequentam o ensino público como aos que estudam em colégios privados. Ficam de fora os livros de fichas e os manuais dos restantes ciclos, sendo que é no 7.º ano que a fatura pesa mais (258,10 euros).

    Estima-se que as famílias gastam todos os anos, em média, 216€ por aluno em manuais escolares do 5º ao 12º ano, enquanto que no ensino primário gastam uma média de 42€.

    Boas ideias para poupar precisam-se. E existem: A Book in Loop é um exemplo. Trata-se de um projeto português da Universidade de Coimbra, criado por três estudantes e ajuda a reduzir o preço dos manuais para as famílias de 216€ para cerca de 43€.

    O processo é simples: quem tiver manuais usados em boas condições acede a bookinloop.com ou novoanoescolar.pt e fica a saber onde se situam os pontos de recolha em que pode entregar gratuitamente os livros. A Book in Loop pode também recolher ao domicílio.

    Os manuais entregues passam depois por um controlo de qualidade desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro a fim de garantir as condições de utilização. E os livros são então colocados à venda no website. Nesta altura, as famílias acedem novamente à plataforma, identificam o estabelecimento de ensino e o ano escolar do(s) filho(s) e encomendam os livros.

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  • A que contas bancárias o Fisco vai ter acesso? Todas!

    É uma das questões que me perguntam com frequência. Saldos, contas, juros, poupanças, aplicações financeiras - o Estado vai passar a ter acesso a todas estas informações. Até dia 31 de Julho de 2017, todas as entidades financeiras (bancos, seguradoras, fundos de investimento, etc) são obrigadas a entregar ao Fisco a sua lista de clientes residentes e não-residentes (estrangeiros com contas cá, por exemplo) e os respetivos dados.

    Como se processa depois? O Estado ficará com a informação financeira dos cidadãos residentes e exportará os dados relativos aos não-residentes para os países onde estes vivem. Da mesma forma, o Estado português irá receber a informação dos cidadãos que vivem em Portugal e que têm contas ou poupanças lá fora.

    A medida destinada ao combate à evasão fiscal foi aprovada em Abril, em Decreto-Lei, e conta com a adesão de cerca de 100 países. Terá portanto uma grande abrangência.

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  • Manifesto "Corte até 225€ em despesa escolar no IRS"

    A iniciativa partiu da DECO, que no passado dia 23 de agosto, lançou um manifesto a exigir ao governo que todas as despesas escolares (incluindo por exemplo cadernos e transportes) sejam descontadas no IRS.

     

    Recorde-se que desde 2015, só podem ser deduzidas em sede de IRS, as despesas de educação isentas de IVA ou sujeitas à taxa mais baixa (6%), tais como propinas, gastos com manuais escolares, mensalidades de creches, jardins de infância e escolas, etc.

     

    Têm ficado de fora os gastos em que se aplica a taxa de IVA a 23%: cadernos, lápis, canetas, borrachas e todo o restante material utilizado na atividade escolar, além das restantes despesas relacionadas com o transporte, alimentação e alojamento dos estudantes.


    Segundo as contas da Deco, com a atual situação, serão cerca de 180 milhões de euros que o Estado não devolve todos os anos aos contribuintes portugueses.

    "Considerando que Portugal tem, no total e em todos os níveis de ensino (dados de 2014), 2 081 827 alunos, e especulando de forma conservadora, que a despesa média anual de educação por dependente (ou do próprio contribuinte) ronda os 300 euros, estamo-nos a referir a deduções médias que se situam nos 90 euros (225 euros se considerarmos a aquisição de computadores). Deste modo, é fácil concluir que o Estado está a reter nos seus cofres cerca de 180 milhões de euros que deveriam pertencer aos contribuintes", refere o comunicado.

     

    O manifesto será entregue ao Parlamento e todos podem participar nesta iniciativa através do site www.cortenadespesaescolar.pt, sendo que quem assinar o texto recebe um cupão de desconto para poder usar em compras de material escolar numa cadeia de lojas a nível nacional.

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  • 2º Encontro para Mães CUF

    A Dra. Florbela Oliveira, estará no próximo dia 29 de Novembro no 2º ENCONTRO PARA MÃES CUF. Irá falar-nos sobre “Ter filhos em dias de crise”. A actual crise, com desemprego elevado, pode interferir na decisão de ter filhos e provocar um adiamento do projecto do casal, que continua a dar importância à situação laboral e à existência de serviços de apoio.  As famílias estão cada vez mais preocupadas com a questão financeira, mas também com a forma como organizam o tempo.
    A maternidade nunca foi considerada a coisa mais fácil do mundo, mas ser mãe nos dias de hoje é um desafio como nenhuma geração anterior de mães passou, de forma geral. Qual é o papel da mãe em pleno século XXI? Veja estas e muitas outras questões serem abordadas. Contamos consigo no hospital CUF Porto, pelas 15h00. Não falte!

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  • Passos diz que reembolso antecipado de parte do empréstimo do FMI é "bom princípio"

    O primeiro-ministro diz que o reembolso antecipado de parte do empréstimo do FMI é um "bom princípio" para Portugal. Em Atenas, a convite do homólogo grego, Passos Coelho adiantou que Portugal vai apoiar a intenção da Irlanda de pagar antecipadamente, por se tratar de uma proposta "racional". O chefe de Governo diz que pode ser uma solução vantajosa também para Portugal, quando o país conseguir melhores perspetivas nas taxas de juro. Numa conferência de imprensa conjunta, com o primeiro-ministro Antonis Samaras, Passos Coelho mostrou-se ainda confiante de que a Grécia vai concluir com sucesso o programa de assistência financeira e sublinhou que a saída da troika faz toda a diferença.

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  • Crise com a Rússia aumentou importância da REN

    A crise entre a Europa e a Rússia "fez aumentar a importância geopolítica da REN", como "companhia estratégica" no aprovisionamento de gás natural, comentou ao Expresso o recém-eleito presidente da Redes Energéticas Nacionais (REN), Rui Vilar, à saída da Assembleia Geral da empresa, realizada quinta-feira nas instalações de Sacavém e que contou com a representação de 82% do capital da REN.


    Fonte: Expresso
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